São 25 páginas e cada uma responde a uma pergunta só: o que é o ascendente, por que a Lua leva 29,5 dias para voltar à mesma forma, o que ainda dá para calcular quando a hora do nascimento se perdeu, quantas cartas tem um baralho de tarô (são 78). A palavra técnica é explicada na frase em que aparece, sem supor que você já conheça o assunto. Onde existe causa física, ela abre o texto: o eclipse vem do alinhamento entre Sol, Terra e Lua, e Mercúrio parece andar para trás porque a Terra passa por ele na órbita de dentro. A leitura que a tradição faz disso vem depois, em separado. Astrologia e tarô aparecem aqui pelo que são, um jeito antigo de organizar a própria experiência, e não como previsão comprovada. Cada guia termina na calculadora que põe o assunto à prova com as suas datas.
O signo que você responde quando alguém pergunta diz apenas onde estava o Sol. Estes guias mostram o resto do céu daquele dia e como enxergar o seu.
De onde vêm as datas, em que grupos os doze signos se encaixam e o que uma porcentagem de compatibilidade compara de fato.
Lua cheia, eclipse e planeta retrógrado voltam ao assunto toda semana. Aqui está a causa de cada um e a leitura que recebe.
Como as 78 cartas se repartem, quais tiragens servem para quem está começando e o que fazer com uma carta que cai invertida.
Aqui não se olha o céu e sim a data escrita na sua certidão, e dela saem um número e um animal.


